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AVALIAÇÃO: Motor 1.4 turbo garante VW T-Cross Highline 250 TSI no andar de cima

O Volkswagen T-Cross Highline 250 TSI, um SUV compacto que conquistou o consumidor brasileiro nos últimos anos, não à toa se tornou um dos modelos mais vendidos do segmento. Tem bom espaço interno, facilidade para dirigir, ótimos equipamentos ofertados nas diferentes versões.

Vale lembrar que o T-Cross conta com duas opções de motores, o 200 que é o eficiente 1.0 TSI turbo que sobra em outros modelos, mas que fica meio que no limite neste SUV, além deste 250, que é 1.4 também turbo e foi avaliado durante uma semana pelo Carro Express.

Foto: Danilo Sanches

Top de linha, a versão Highline é sinônimo de sofisticação e tecnologia. Oferece equipamentos que são mais comuns em carros de nível bem superior. Mas a VW garante as mesmas coisas até no Polo, o compacto que se apresenta em um ótimo nível, superior a outros concorrentes Premium.

Foto: Danilo Sanches

Neste caso, o SUV desta categoria merece essa atenção a mais e o T-Cross Highline 250 TSI entrega muita coisa legal. O motor gera 150 cavalos de potência, o suficiente para garantir uma condução bastante eficiente tanto na cidade como na estrada. Vai muito bem no trânsito urbano e numa rodovia não se acanha na hora de avançar a velocidades mais altas. É pisar e ir embora. O câmbio automático de seis marchas ajuda bastante, inclusive.

Foto: Danilo Sanches

No consumo, nada de extraordinário. Números do Inmetro apontam para 10,8 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada com gasolina; 7,4 km/l na cidade e 9,0 km/l na estrada com etanol. Aqui, durante nossa avaliação, usando bastante ar-condicionado, não conseguimos chegar aos 7 por litro com etanol na cidade.

A tecnologia embarcada agrada muito dede o momento que a gente entra no carro e o celular é absorvido pela central multimídia, oferecendo tudo à mão no display central. Tudo muito intuitivo e prático. Não é difícil assimilar tudo o que ele oferece. Ar-condicionado, por exemplo, tem fácil regulagem a partir de comandos touch, tanto para aumentar a ventilação como para controlar a temperatura. Para carregar o celular, sem perrengues com cabos. É por indução.

Foto: Danilo Sanches

Há também vários assistentes de condução, que facilitam a direção nas mais diferentes condições. Tudo para justificar o valor cobrado. Hoje, a versão Highline do T-Cross está perto dos R$ 170 mil, um preço até que bem equilibrado perante os concorrentes, que também estão neste patamar.

O espaço interno é condizente com a proposta do carro. Quatro pessoas vão bem acomodadas. Mas um quinto passageiro precisa se apertar um pouco ali atrás. O que falta é porta-malas. São só 373 litros de capacidade, um pouco pequeno para um modelo deste porte.

Foto: Danilo Sanches

O que a versão Highline oferece:

  • Antena no teto
  • Colunas centrais com aplique em preto brilhante
  • Desembaçador, limpador e lavador do vidro traseiro
  • Espelhos retrovisores externos eletricamente ajustáveis e rebatíveis com função tilt-down no lado direito
  • Grade dianteira pintada na cor preta brilhante com detalhes cromados e moldura inferior cromada
  • Maçanetas das portas e espelhos retrovisores na cor do veículo
  • Rack de teto longitudinal na cor prata
  • Rodas de liga leve de 17’
  • Pneus 205/55 R17 de baixa resistência a rolagem
  • “ACC” – Controle adaptativo de velocidade e distância
  • “AEB” – Frenagem autônoma de emergência
  • “Keyless” – sistema de alarme antifurto com comando remoto
  • Airbag para motorista e passageiro com sistema de desativação para o passageiro
  • Airbags laterais nos bancos dianteiros e de cortina
  • Assistente para partida em aclives/subidas (“Hill Hold Control”)
  • Câmera para auxílio em manobras em marcha a ré
  • Controle eletrônico de estabilidade e tração (ASR)
  • Bloqueio eletrônico do diferencial (EDS)
  • Isofix
  • Seletor do modo de condução
  • Sensores crepuscular e de chuva
  • Sensores de estacionamento dianteiros e traseiros
  • Sistema “Start & Stop”
  • Controle da perda de pressão de pneus e de frenagem automática pós-colisão
  • Indicador de fadiga do motorista
  • Sistema KESSY – acesso ao veículo sem o uso da chave e botão para partida do motor
  • Faróis com função “Coming & Leaving home ” e luz de condução diurna
  • Faróis duplos com máscara escurecida
  • Lanternas traseiras em LED
  • Regulagem do facho do farol

Em vídeo no youtube.com/carroexpress

Por Ernesto Zanon/Carro Express – Fotos: Danilo Sanches